História

1958: a São Paulo de bom gosto e elegância ainda estava mais para Ipiranga com São João do que para Oscar Freire com Haddock Lobo. Mas algo começava a se mexer em torno do eixo dos casarões do café e dos corsos carnavalescos, a Avenida Paulista. Surge o Conjunto Nacional, cidade dentro da cidade. E a Rua Augusta prenuncia o que virá a ser: comércio de grife e passarela dos primeiros carrões made in Brazil a alucinar a jovem guarda. A trilha sonora da mudança será o iê-iê-iê.

O Rodeio nasceu no que é hoje o X do chamado Quadrilátero – oitavo lugar no ranking das artérias de requinte e glamour em todo o mundo. À época, os garçons vestiam bombachas e as mesas eram rodas de carro de boi. Com a chegada da família Macedo, em 1959, o cenário mudou. Mudaria outras vezes. O Rodeio sempre muda, mas com a serenidade dos clássicos – sem deixar de ser fiel à sua tradição.